Tesoureiro de igreja cai em golpe do bilhete premiado

03 de agosto de 2018 às 07h13m

Sob a promessa de que receberia R$ 25 mil se ajudasse falso ganhador de um prêmio de R$ 400 mil, ele entregou o cartão bancário da igreja com a senha ao golpista

Da Redação 
O tesoureiro de uma igreja de Guamiranga foi ludibriado por estelionatários e caiu no velho golpe do bilhete premiado. Ele foi aplicado na cidade de Prudentópolis, na quarta-feira (1º), mas o solicitante registrou a ocorrência no Destacamento da Polícia Militar de Guamiranga, município vizinho, no dia seguinte.
Conforme o relato do homem à PM, ele andava pela rua em Prudentópolis quando foi abordado por uma pessoa que afirmou possuir um bilhete com um prêmio de R$ 400 mil. O suspeito teria dito que não poderia sacar o valor por não ter os documentos necessários. Nesse instante, um carro branco estacionou ao lado de ambos e o condutor propôs ao solicitante que eles ajudassem o dono do suposto bilhete premiado.
O dono do bilhete, em troca da ajuda, ofereceu R$ 25 mil. Eles foram até uma agência bancária. Um deles entrou no banco e logo saiu, dizendo que não poderia sacar o valor, por ser muito alto. Em seguida, o dono do suposto bilhete premiado perguntou se ele tinha conta em banco. O homem que caiu no golpe respondeu que sim e entregou o cartão e a senha para que o suspeito usasse.
O golpista pegou o cartão e a senha e colocou numa pasta, devolveu ao morador de Guamiranga e recomendou que não abrisse até a próxima segunda-feira (6). Sem um novo contato, o homem resolveu abrir a pasta e descobriu que não havia nenhum documento do banco, muito menos o cartão ou a senha.
O solicitante relatou à PM que é tesoureiro de uma igreja de Guamiranga e que o cartão que entregou aos estelionatários era da instituição religiosa.
Ao perceber que a pasta estava vazia, a vítima foi atrás do pastor da igreja e ambos foram até a agência bancária a fim de verificar a situação e bloquear o cartão. Os golpistas chegaram a sacar parte do dinheiro da igreja. A Polícia Militar não informou valores.
A PM registrou Boletim de Ocorrência (BO) e orientou o tesoureiro e o pastor quanto as providências a serem tomadas.
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