Suspeita de bomba mobiliza BOPE e fecha colégio em Ponta Grossa 

29 de abril de 2026 às 13h24m

Objeto encontrado em instituição de ensino foi analisado por equipes especializadas e identificado como simulacro de artefato explosivo/Texto de Diego Gauron

Conforme a Polícia Militar, o artefato continha celular, bateria, fios e pregos, além de um invólucro com areia para simular o peso de uma carga explosiva real. Imagens: 1º BPM

Equipes da Polícia Militar do Paraná e do Batalhão de Operações Policiais Especiais foram mobilizadas nesta quarta-feira (29) após a suspeita de um artefato explosivo em um colégio de Ponta Grossa.

Segundo a PM, policiais do 1º Batalhão isolaram o perímetro assim que a ameaça foi detectada e aguardaram a chegada do Esquadrão Antibombas. O capitão Adriano, do 1º Batalhão de Polícia Militar (BPM) comentou sobre o incidente. Assista aqui.

Drone e detonações controladas

De acordo com a corporação, o objeto foi inicialmente analisado com o uso de drone, permitindo o reconhecimento visual ainda no interior da escola e garantindo maior segurança durante a operação.

Na sequência, o material foi retirado do prédio e levado para a via pública, onde os especialistas realizaram duas detonações controladas para neutralizar qualquer possível mecanismo de acionamento.

Após a perícia, foi constatado que o objeto era um simulacro de bomba.

O que havia no interior

Conforme a Polícia Militar, o artefato continha celular, bateria, fios e pregos, além de um invólucro com areia para simular o peso de uma carga explosiva real.

A área foi liberada após a conclusão dos trabalhos.

Investigação

A Polícia Civil informou que, assim que tomou conhecimento da presença de um possível artefato explosivo em um colégio particular da região central de Ponta Grossa, uma equipe foi enviada ao local e iniciou diligências para identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do caso.

Informou também que a instituição de ensino adotou rapidamente as medidas necessárias para proteger a comunidade escolar e colaborou com o trabalho das forças de segurança.

Conforme o delegado Fernando Henrique Ribeiro Vieira, as polícias Civil e Militar seguem atuando em conjunto para responsabilizar os envolvidos.



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