Reunião não consegue colocar fim à greve dos professores

21 de fevereiro de 2015 às 14h08m

Encontro discutiu pagamentos atrasados, readequação das escolas à demanda de alunos e contratação de funcionários aprovados em concurso público, mas não nomeados

Gazeta do Povo – Felippe Aníbal 


A greve dos professores e servidores da rede estadual de ensino encerrou, nesta sexta-feira (20), a sua segunda semana ainda distante de um acordo. Na segunda rodada de negociações, o governo recuou em pontos importantes – a estrutura e o porte das escolas.

Entretanto, os educadores não abrem mão do pagamento imediato de benefícios atrasados, como rescisões, terço de férias e progressões de carreira. As partes voltam a se reunir na próxima semana, em data ainda indefinida. Enquanto isso, os 2,1 mil colégios paranaenses continuam fechados, afetando mais de 970 mil alunos.

“Tivemos avanços, mas ainda temos pontos importantes. Ficou de ser feito um esforço do governo, para avançarmos no conjunto do debate”, disse o professores Hermes Leão, presidente da APP-Sindicato, que representa os educadores.

Nesta sexta-feira (20), a reunião a portas fechadas entre governo e sindicalistas se estendeu por mais de seis horas.




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