Autuações da Operação Simbiose III passam de R$ 500 mil

30 de outubro de 2019 às 09h54m

Ações em municípios dos quatro Pelotões da Companhia visaram o combate ao desmatamento

Da Redação, com informações e fotos da Força Verde 

Com foco no combate ao desmatamento ilegal, a 4ª Companhia de Polícia Ambiental desencadeou a Operação Simbiose III, na última semana, entre os dias 21 e 26 de outubro, em atendimento às principais denúncias de crimes ambientais na região. As autuações contra crimes ambientais praticados ultrapassam a marca de R$ 500 mil.
Ao longo dos seis dias, 115 policiais atuaram em 12 municípios da 4ª Companhia: Pinhão, Prudentópolis e Reserva do Iguaçu – 1º Pelotão; Castro, Rebouças e Imbituva – 2º Pelotão; Reserva, Jaguariaíva e Ortigueira – 3º Pelotão e Cruz Machado, Paulo Frontin e Mallet – 4º Pelotão.
O patrulhamento motorizado percorreu 6.109 quilômetros, enquanto vistoriou 90 propriedades rurais, com embargo de 11 delas, diante do flagrante de crimes ambientais. Foram abordadas 232 pessoas e vistoriados 20 automóveis, oito caminhões, sete motos e dois maquinários agrícolas.
Durante a Operação Simbiose III, 19 pessoas foram autuadas e quatro delas foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil. Das autuações, cinco ocorreram por crimes em área de preservação permanente; seis por crimes em áreas de vegetação primária ou secundária, em estado avançado ou média de mata atlântica; três por cortar ou transformar em carvão madeira de lei; quatro por transporte de produto de origem vegetal sem licença e dois por impedir ou dificultar regeneração de floresta.
Os policiais que participaram da operação constataram o desmatamento de 12,61 hectares e apreenderam 67,115 metros cúbicos de madeira em tora; 244 metros cúbicos de madeira em lenha e 12,753 metros cúbicos em madeira beneficiada.
“Desenvolvemos esta Operação devido ao grande número de denúncias relativas a crimes ambientes cometidos contra a flora brasileira. Faz parte da nossa missão essa fiscalização, e deixamos à população a orientação de que, antes de qualquer modificação na vegetação de sua propriedade, procure orientação técnica, para não vir a sofrer sanções”, explica o capitão Fabiano Gevert, comandante da 4ª Companhia de Polícia Ambiental.



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