Polícia Civil conclui investigação sobre assassinato de mulher encontrada morta dentro de carro em Rebouças

14 de maio de 2026 às 20h52m

Juliane Soares Pinto foi morta a tiros em abril deste ano; quatro pessoas foram indiciadas e estão presas preventivamente/Paulo Sava, com informações do Portal RDX e da Polícia Civil

Polícia Civil concluiu inquérito que investigava assassinato de Juliane Soares Pinto, de 31 anos, morta a tiros no dia 12 de abril. Fotos: Polícia Militar e Arquivo pessoal. Edição: Diego Gauron

Resumo: – Juliane foi encontrada morta dentro de um veículo na estrada de acesso à comunidade de Riozinho dos Santos, próximo ao CTG;

  • Procedimento foi encaminhado à Justiça nesta quinta-feira;
  • Diligências envolveram apreensões, oitivas de testemunhas, análise de câmeras de monitoramento e outros levantamentos técnicos.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Polícia de Rebouças, concluiu o inquérito que investigava o homicídio de Juliane Soares Pinto, de 31 anos, morta a tiros no dia 12 de abril de 2026. O procedimento foi encaminhado à Justiça nesta quinta-feira, e quatro pessoas foram indiciadas pelo crime. Todos os envolvidos estão presos cautelarmente.

Juliane foi encontrada morta dentro de um veículo Siena vermelho, nas proximidades do CTG, na estrada de acesso à comunidade de Riozinho dos Santos. Segundo informações divulgadas na época do crime, moradores ouviram disparos de arma de fogo antes da vítima ser localizada sem vida no interior do automóvel.

De acordo com a Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 17h35 do dia 12 de abril. A área foi isolada para o trabalho da Polícia Científica. As investigações passaram a ser conduzidas pela Polícia Civil logo após os primeiros levantamentos. Conforme a PCPR, as diligências envolveram apreensões, oitivas de testemunhas, análise de câmeras de monitoramento e outros levantamentos técnicos que auxiliaram na identificação dos suspeitos.

A Polícia Civil destacou ainda que a troca de informações com a Polícia Militar desde os primeiros minutos após o homicídio foi essencial para o avanço da investigação e para o esclarecimento do caso.

O delegado Itamar Casabranca afirmou que a polícia agiu com rigor na apuração do crime. “A polícia de Rebouças não aceita crimes de nenhuma natureza, em especial os tão violentos como esse, e agirá com energia e rigor necessários quando casos assim ocorrerem novamente, sempre com trabalho técnico e sério”, declarou o delegado.

Na época do crime, uma das linhas investigativas analisadas pela polícia era a possível relação com o tráfico de drogas, embora outras hipóteses também tenham sido consideradas durante a apuração.
A PCPR reforçou o compromisso com o combate à criminalidade e destacou que segue à disposição da população para colaborar com a segurança da comunidade.

Delegacia da Polícia Civil de Rebouças. Foto: Polícia Civil
Este site usa cookies para proporcionar a você a melhor experiência possível. Esses cookies são utilizados para análise e aprimoramento contínuo. Clique em "Entendi e aceito" se concorda com nossos termos.