Segundo a defesa, a Justiça reconheceu a extinção da punibilidade no caso relacionado a um atendimento obstétrico realizado em 2011 e determinou a soltura imediata do médico, preso ontem (6)

A defesa do médico ginecologista e obstetra Felipe Lucas informou que o Poder Judiciário determinou a soltura imediata do profissional, que havia sido preso em razão de uma acusação relacionada a um atendimento médico realizado durante um parto em 2011.
De acordo com a nota divulgada pela defesa, desde o início foi sustentado que a prisão era “injusta e desnecessária”, considerando que o médico estaria atuando dentro da rotina de um procedimento obstétrico e que os fatos investigados ocorreram há cerca de 15 anos.
Ainda conforme a defesa, a Justiça reconheceu a extinção da punibilidade no caso e determinou a expedição imediata do alvará de soltura. A defesa afirma que o entendimento judicial foi de que o Estado não poderia mais aplicar qualquer punição relacionada ao caso.
A nota também destaca preocupação “jurídica e social” em razão da prisão de um profissional da medicina, idoso, por uma acusação ligada a um atendimento obstétrico realizado “há mais de uma década e meia”.
Por fim, a defesa informou que continuará acompanhando o caso e adotará “todas as medidas cabíveis para preservação da honra, da dignidade e das garantias constitucionais do Dr. Felipe Lucas”.