Homem é preso por suspeita de estupro de vulnerável e ameaça em Inácio Martins

10 de março de 2026 às 17h31m

Suspeito é acusado de abusar de prima com deficiência após ameaçá-la de morte e ainda teria resistido à abordagem policial no momento da prisão/Paulo Sava, com informações da Polícia Civil

Imagem: Arquivo/Najuá

Um homem de 51 anos foi preso na manhã desta terça-feira (10) no município de Inácio Martins, suspeito de cometer os crimes de estupro de vulnerável e ameaça com promessa de morte. A prisão temporária foi cumprida pela Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da 41ª Delegacia Regional de Irati, em conjunto com a Polícia Militar do Paraná (PMPR).

De acordo com as investigações, o crime ocorreu na última sexta-feira (6), na localidade de Gavazoni, área rural de Inácio Martins. A vítima é uma mulher de 38 anos que possui deficiência motora e alterações psicológicas.

Segundo a Polícia Civil, a mulher foi abordada pelo suspeito, que é primo da vítima, enquanto se deslocava para casa. Mediante força física e graves ameaças de morte, ele teria obrigado a vítima a entrar em sua residência, onde a violência sexual foi consumada.

A situação chegou ao conhecimento da polícia na segunda-feira (9), quando a vítima e sua mãe conseguiram recursos para se deslocar até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para buscar atendimento. Diante da gravidade do caso e da condição de vulnerabilidade da vítima, a Polícia Civil representou pela prisão temporária do investigado.

A ordem judicial foi cumprida durante uma diligência no bairro Vila Nova, em Inácio Martins. Conforme a polícia, o suspeito não colaborou com a abordagem e desobedeceu às ordens dos agentes. Durante a ação, ele ainda tentou tomar a arma de um policial militar, sendo necessário o uso seletivo da força para contê-lo. O homem sofreu escoriações leves.

Após ser detido e algemado, o suspeito foi encaminhado para a realização de exame de lesões corporais e, na sequência, conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Irati. Posteriormente, ele foi transferido ao sistema penitenciário, onde permanece à disposição da Justiça.

A prisão temporária tem prazo inicial de 30 dias, podendo ser prorrogada ou convertida em prisão preventiva conforme o andamento das investigações. Além dos crimes de estupro de vulnerável e ameaça, o investigado também poderá responder pelo crime de resistência.

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