Testes preliminares concluíram que cápsulas produzidas por grupo de químicos da USP não conseguem evitar a proliferação ou matar células cancerígenas
Gazeta do Povo
Os primeiros estudos sobre a composição e atuação das pílulas de fosfoetanolamina produzidas e distribuídas pelo Instituto de Química da Universidade de São Paulo indicam que elas não são eficazes para o tratamento do câncer. Os testes foram realizados a pedido do Ministério da Ciência e da Tecnologia, que vai investir R$ 10 milhões ao longo de três anos em pesquisas sobre a fosfoetanolamina.
Foram avaliados as características e os componentes das cápsulas, o potencial delas de barrar a proliferação de células tumorais, o potencial mutagênico da substância e a dose máxima tolerada. Todos os testes fazem parte da etapa pré-clínica, que se dá antes das pesquisas em humanos.
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